Neste ano, a Campanha de Missões Mundiais enfoca os povos não-alcançados, com destaque para a desafiadora realidade do mundo islâmico. Por meio do tema “Eles também precisam da graça do Pai” a JMM deseja contribuir para que os crentes brasileiros se conscientizem que ainda há cerca de 2.200 etnias que pouco ou nunca ouviram o Evangelho e que, de maneira específica, entendam o que é o islamismo e percebam as necessidades espirituais dos muçulmanos. Como mostra o texto de Tito 2:11 usado nesta Campanha: “Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos.” Esta Campanha tratará mais especificamente da realidade dos povos islâmicos, como já foi dito; com seu espanto crescimento, hoje os muçulmanos já são quase 1 bilhão e 600 milhões em todo o mundo; na América latina e até mesmo no Brasil o número aumenta a cada ano. Precisamos entender quem são os muçulmanos e conhecer a sua religião. Devemos amá-los e empreender todos os esforços para que eles também sejam alcançados pela graça do Pai. Queremos, contudo, que os crentes brasileiros percebam as necessidades espirituais dos seguidores do islã e os vejam como alvos do amor de Deus, por quem Jesus também morreu e que também precisam ser alcançados pela graça do Pai. (Extraído da Revista da JMM -2011)
Amados, iniciamos hoje esta bela Campanha que tanto nos desafia mais uma vez, de maneira direta e cheia de necessidade, pois o povo clama, o povo precisa de salvação!
O grande desafio da Campanha é mobilizar os crentes locais a um maior envolvimento com a obra missionária mundial a fim de que vivam, ardentemente,a evangelização do mundo e suas carências. Mais do que enviar ofertas anuais, Missões Mundiais deseja que cada crente no Brasil, aqui em Cabuçu, aqui em Nova Iguaçu, tenha missões como um estilo de ser e viver. Que nossa IBEC torne-se uma entusiasmada apoiadora dessa obra, como sempre o faz, e que possamos nos dedicar, contribuir, orar e ir...pois “ELES também precisam da GRAÇA do Pai.” Arregacemos as mangas e mãos a obra!!!!!
Com fé Pr.Rangel
sábado, 26 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O porquê do Tema da Campanha 2011

Nos últimos anos os temas das Campanhas de Missões Mundiais enfatizaram o papel da igreja e dos crentes na obra missionária. Os temas “Igreja de Cristo, Luz para as Nações” (2007), “Chamado de Todos, Missão de Cada Um” (2008), “As Nações Clamam. Então Usa-me, Senhor” (2009) e “Por Cristo Vou Até os Confins da Terra” (2010) tiveram esse objetivo.
Por outro lado, o foco das campanhas mostrava, essencialmente, a questão geográfica dos desafios – Haiti, Chile, Índia, China...
Porém, em 2011 e nos próximos anos, a Junta de Missões Mundiais vai redirecionar a abordagem e voltar a destacar a questão das etnias, com foco nos povos nãoalcançados. Um povo não-alcançado é um grupo para quem o Evangelho de Jesus ainda não chegou ou que a igreja existente em seu meio não tem condições de evangelizá-lo. Há ainda cerca de 2.200 grupos étnicos nessas condições.
Justificativas do tema e objetivos da Campanha
A Campanha deste ano tratará mais especificamente da realidade dos povos islâmicos. Com seu espantoso crescimento, hoje os muçulmanos já são quase 1 bilhão e 600 milhões em todo o mundo; na América Latina e até mesmo no Brasil o número aumenta a cada ano. Precisamos entender quem são os muçulmanos e conhecer a sua religião. Devemos amá-los e empreender todos os esforços para que eles também sejam alcançados pela graça do Pai.
A Junta de Missões Mundiais deseja contribuir para que as igrejas batistas do Brasil entendam o que é o islamismo e tenham uma visão real e sem preconceitos de quem são os muçulmanos. Atualmente, estes têm sido visto por muitos países e sido tratados pela mídia com preconceito e até rejeição.
Queremos, contudo, que os crentes brasileiros percebam as necessidades espirituais dos seguidores do Islã e os vejam como alvos do amor de Deus, por quem Jesus também morreu e que também precisam ser alcançados pela graça do Pai.
COMO EVANGELIZAR GRUPOS ESPECÍFICOS

TEXTO BÍBLICO: Mateus 9.35,36
Deus deseja que o evangelho alcance todos, sem distinção. Grupos específicos são: prostitutas, viciados em drogas e álcool, os de opção sexual diferente do ensino bíblico, presidiários, moradores de rua, etc.
O Brasil é um país de desigualdades. Existem muitos grupos marginalizados. São aqueles colocados à margem da sociedade movidos por preconceitos e falta de oportunidades. Vivem sem esperança, afeto, carinho, amor e salvação. São muitos que se tornaram vítimas de situações sociais opressoras e injustas. Quantos não têm o pão para comer nem a roupa para vestir.
Deus quer salvar aqueles que estão na estrada dos vícios, das opressões, da criminalidade, etc. Quantos alcoólatras, drogados, viciados, que estão sendo levados pela correnteza do aprisionamento de suas emoções, intelecto, pelo “pó da destruição”, pela podridão. Deus ama toda essa gente e quer vê-las transformadas e com compromisso com seu Reino eterno e santo.
1. É PRECISO IDENTIFICAR A VERACIDADE DA REALIZADADE HUMANA (vv.35,36)
Jesus percorria todas as cidades e aldeias (v.35) e viu muitos andando desgarrados e errantes. Sensibiliza-nos, ou não, saber que são muitos os errantes em nossas cidades? Sensibiliza-nos, ou não, saber que muitos estão à margem da sociedade? Sensibiliza-nos, ou não, saber que quando existem ações para essa gente são leis para perpetuar o pecado e para dar legitimidade ao erro? A igreja não pode fazer “vista grossa” para a realidade que assola e ameaça nossa gente que precisa de transformação legítima e autêntica.
Percorrer todas as cidades e aldeias traz a ideia de alguém, no caso, Jesus, com compromisso de visão ampla e larga. À medida que a igreja percorre a cidade, ou seja, tem uma visão maior, vê a realidade humana.
Conheço a história de um jovem crente, comprometido com o Senhor, que, percorrendo a sua cidade à noite começou a ver muita gente desprotegida, sem Cristo e Salvação, mendigos, moradores de rua, etc. Isso o incomodou tanto que compartilhou a visão que Deus lhe deu com seu pastor, vários irmãos e com a igreja e aí surgiu um projeto especial com moradores de rua. Nasceu o Projeto Resgate.
A igreja pode até ter um lindo templo, pode ter uma “liturgia” cheia de beleza, pode ter um programa educacional invejável, mas a igreja que sai para percorrer a cidade com certeza fará uma mudança em sua agenda de vida e programa.
Percorrer a cidade e aldeia é o mesmo que levantar os olhos conforme dito do Mestre: “Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa” (João 4.35).
Jesus viu muita gente errante, desgarrada e sem apascento. Há muita gente errando quanto à fé, quanto à ética, quanto às suas escolhas de vida porque falta cuidado espiritual. A vocação da igreja é apascentar gente que assim vive.
2. É PRECISO ENTENDER QUE ESSAS PESSOAS PRECISAM SER ALCANÇADAS (v.35)
O resultado de percorrer serviu não para fazer um censo ou coisa parecida. Não para que houvesse dados e informações. Não foi para que houvesse uma estatística para sensibilizar gente. O resultado de percorrer foi alcançar os perdidos. Todo o tipo de gente. Eram os grupos especiais da época. Buscar informações, ficar sensibilizado e não acontecer algo de concreto não é nada!
Remover os preconceitos é uma tarefa necessária, mas difícil. Todos são contra o preconceito, mas quando nos deparamos com os chamados grupos específicos sentimo-nos esmagados pela cultura de separação, muitas vezes, e nesse caso, muito mal conceituado e interpretado. E isso se torna mais difícil ainda quando saímos da fase da evangelização para a etapa da integração.
Temos temores que precisam ser vencidos. O evangelho sempre foi a força vencedora. Sempre venceu barreiras geográficas, sociais e étnicas. O evangelho de Jesus de forma real pode vencer em nós mesmos essas barreiras e a do preconceito.
3. É PRECISO OLHAR PARA ESSAS PESSOAS COM OS OLHOS DE JESUS (v. 36 a)
Diz o texto: “Vendo ele as multidões”. Uma forma diferenciada de ver as pessoas. Os marginalizados neste mundo precisam ser vistos de forma diferente da que nos acostumamos a vê-los. Essas pessoas são ovelhas, mas sem pastor. Perceba a maneira como Jesus as vê. Não as chama de lobos, mas de ovelhas. O potencial delas é para o bem. Elas podem ser alcançadas. Vivemos numa sociedade discriminatória, mas a igreja tem os seus olhos diferentes dos do mundo. Os olhos da igreja são os olhos de Jesus. Não podemos continuar olhando com os olhos de reprovação e condenação, mas com os olhos de compaixão. Para desenvolvermos uma ação evangelizadora e missionária com grupos específicos precisamos ter esse olhar. Olhar com os olhos de Jesus significa um olhar terno, apurado e constante. Esse olhar perseverante é preciso porque pensamos que, quando os de grupos específicos chegam, de imediato queremos ver mudança de comportamento e de seu trejeito. Não nos precipitemos com a nossa maneira imediatista de querer ver as coisas baseados numa ignorância de conhecimento social desses grupos.
4. É PRECISO RECONHECER QUE ESSAS PESSOAS PRECISAM DA AÇÃO TERAPÊUTICA DA IGREJA (v.35b)
Cura é o que muita gente precisa. Cura física, cura emocional e espiritual. A igreja precisa exercer sua função terapêutica neste tempo de tanta carência. Jesus nunca se preocupou com o que uma pessoa era ou deixava de ser. O alvo de Jesus era resgatar todas. Temos os exemplos da mulher samaritana, da prostituta, de Zaqueu e tantos outros. Jesus via nesses as oportunidades de salvação e restauração. Os de grupos específicos são seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus e que precisam dessa semelhança e imagem restauradas pelo poder do evangelho. Paulo declara que: “O evangelho é poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1.16).
Todos precisam da nova vida, que é Cristo. A Bíblia diz: “Aquele que está em Cristo nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2Coríntios 5.17). Eles precisam de cura da alma, de seus traumas. Essa ação terapêutica envolve também a restauração da dignidade humana, que um dia perderam por causa dos vícios e de suas atitudes não éticas. Jesus combatia o pecado e não o pecador. Não acusemos porque essa não é a nossa função. Jesus disse para a mulher: “Onde estão os teus acusadores?” (João 8.10). Jesus não a condenou, mas mostrou um caminho e opção diferente.
A igreja precisa trabalhar para atender as necessidades básicas do pecador em tais situações. É preciso oferecer roupa, comida, médico, medicamentos, e, em alguns casos, internação. Esse é um grande desafio missionário com grupos específicos. Um simples banho num morador de rua ajuda-o a se ver de forma diferente. Um banho pode fazê-lo entender a mensagem do evangelho, que purifica o coração e a alma.
É preciso ensinar a Palavra, mas é preciso fazer essas pessoas sonharem o sonho da dignidade do viver e o sonho da eternidade. Jesus declarou dizendo que veio para os pecadores e não para os justos (Mateus 9.13). É preciso explicar que nunca perderam o seu valor para Deus. Jesus veio para os doentes e não para os sãos, pois os sãos não precisam de remédio, mas os doentes.
PARA PENSAR A AGIR
Não deixe de promover ações missionárias entre os grupos específicos porque não se tem estrutura necessária. Comece já, comece agora e faça o que está ao seu alcance.
É preciso ter visão das necessidades e vencer barreiras do preconceito e da falta de conhecimento. A igreja não pode ser ignorante quanto à realidade do mundo.
Desenvolva parcerias com aqueles que já desenvolvem projetos e medidas visando alcançar os presidiários, viciados, moradores de rua, etc.
LEITURAS DIÁRIAS
segunda ...Mateus 9.35,36
terça ...Mateus 9.13
quarta ...João 8.1-11
quinta ...Romanos 1.16
sexta ...2Coríntios 5.17
sábado ...João 4.35
domingo ...Lucas 19.10
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A Maior Motivação
Certo dia uma criança andava de um lado para o
outro no templo rindo para todo o mundo.
Ela não estava mexendo em nada, simplesmente
estava sorrindo para as pessoas. Seu sorriso era contagiante. À
certa altura, sua mãe lhe pegou pelo braço, deu-lhe um
beliscão e falou: “ “Você não sabe que estamos na Igreja? Pare
já com estas risadas”.
Quando as lágrimas correram pela face daquela
criança, a mãe exclamou “Assim é melhor”. E voltou a cantar:
“Sou Feliz com Jesus meu Senhor...”
E ficamos a pensar: Se uma criança não pode
sorrir na Igreja, onde, então, poderá fazê-lo? De onde vem o
sorriso da criança?
O cristianismo começa exatamente com o sorriso
como o de uma criança. Jesus está onde a alegria está.
Infelizmente muitos pensam nele como um ser punitivo,
opressor e vingativo e perdem a alegria da vida cristã.
Cristianismo é, antes de tudo, a prática e a vivência do amor.
O que nos motiva é o mesmo motivo que leva
uma criança a sorrir: O AMOR
O amor é uma fonte que não seca. Ele deve
nortear não só o nosso relacionamento como igreja, mas o
nosso dia-a-dia em casa, na escola ou no trabalho. Ele é a
essência de Deus que perfuma e dá significado ao nosso viver.(Extraído)
Jesus Cristo, o Amor de Deus encarnado, seja
constantemente o sorriso de nossos lábios, o brilho de nossos
olhos, o motivo de nossa canção, em todos os dias de nossa
existência. Sorria!!
Com fé, Pr. Rangel
outro no templo rindo para todo o mundo.
Ela não estava mexendo em nada, simplesmente
estava sorrindo para as pessoas. Seu sorriso era contagiante. À
certa altura, sua mãe lhe pegou pelo braço, deu-lhe um
beliscão e falou: “ “Você não sabe que estamos na Igreja? Pare
já com estas risadas”.
Quando as lágrimas correram pela face daquela
criança, a mãe exclamou “Assim é melhor”. E voltou a cantar:
“Sou Feliz com Jesus meu Senhor...”
E ficamos a pensar: Se uma criança não pode
sorrir na Igreja, onde, então, poderá fazê-lo? De onde vem o
sorriso da criança?
O cristianismo começa exatamente com o sorriso
como o de uma criança. Jesus está onde a alegria está.
Infelizmente muitos pensam nele como um ser punitivo,
opressor e vingativo e perdem a alegria da vida cristã.
Cristianismo é, antes de tudo, a prática e a vivência do amor.
O que nos motiva é o mesmo motivo que leva
uma criança a sorrir: O AMOR
O amor é uma fonte que não seca. Ele deve
nortear não só o nosso relacionamento como igreja, mas o
nosso dia-a-dia em casa, na escola ou no trabalho. Ele é a
essência de Deus que perfuma e dá significado ao nosso viver.(Extraído)
Jesus Cristo, o Amor de Deus encarnado, seja
constantemente o sorriso de nossos lábios, o brilho de nossos
olhos, o motivo de nossa canção, em todos os dias de nossa
existência. Sorria!!
Com fé, Pr. Rangel
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
ACHANDO OS PERDIDOS NA FAMÍLIA

A família é o maior tesouro que temos em nossa vida. É um tesouro porque a família foi projeta por Deus. Ele mesmo planejou a família. É na família que podemos compartilhar as nossas frustrações e também as nossas conquistas. A família foi dada por Deus para que nela pudéssemos compartilhar nossos anseios e sonhos. A família faz parte de nossa formação psicoemocional e de nosso caráter. A família é a base de tudo. Já se dizia que ela é a célula mater da sociedade. Portanto sabedores que somos desse valor não podemos negligenciar nosso compromissos em ganhar os perdidos dentro de nossa casa, os que fazem parte de nossa família. Enfatizar a evangelização “dos nossos”, que coisa boa será. Desejar, querer e trabalhar para alcançar os perdidos em nossa família precisa ser algo grandemente exaltado. Precisamos dessa oportunidade para refletir e investir tempo e recursos espirituais para buscarmos os perdidos. O que fazer? E como fazer? É o que queremos compartilhar nesta lição.
Quando o Dr. W. Arn estudou os novos convertidos dos Estados Unidos, ele descobriu que 70 a 80% deles tornaram-se membros de igrejas porque foram convidados por parentes. (Revista Atos - abril-junho/2002)
1. SE PERDER UMA (v. 8)
O texto fala de uma perda. Possivelmente um descuido causou a perda da moeda. Alguns comentaristas afirmam que o conjunto de dez dracmas formava um colar que simbolizava o compromisso da mulher com seu cônjuge. As dez dracmas eram o símbolo visível de uma aliança invisível e eterna. Portanto, havia um valor sentimental, espiritual e familiar. Por isso, o texto discorre sobre a preocupação da mulher ao perder uma única dracma, mesmo ainda tendo outras nove.
Outro destaque é que a perda aconteceu dentro de casa. Ela poderia perdê-la na rua, na praça, no trabalho etc. Dizem alguns especialistas em comportamento humano que a perda é um fator que leva pessoas a ficarem estáticas, paralisadas, inertes, quase que em estado de choque. Não saber o que fazer em situações de perda é muito ruim. O trauma da perda inibe e tira-nos todo o potencial de vida, de alegria e realização. Mas com aquela mulher foi diferente. A perda mexeu tanto com sua vida que ela não ficou parada nem ficou desesperada. A atitude daquela mulher diante do que estava perdido foi significativa. Houve sensibilidade diante da perda. Reconheceu que algo estava perdido. Precisamos entender e reconhecer que existem perdidos em nossa casa. Não pode haver lugar para estagnação diante dos perdidos. Não podemos fingir que tudo está muito bem se temos perdidos em nossa família. A dracma perdida não passou despercebida por aquela mulher. Perdi a dracma! Há perdidos! Reconhecer a falta pode ser o passo de partida. Acomodação quanto ao que está perdido, nunca! Jesus disse: “Eu vim buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19.10). Jesus disse: Eu vim para os enfermos e não para os sãos. "Eu vim para os pecadores e não para os justos" (Mateus 9.13).
2. ACENDE A CADEIA (v.8)
A candeia era uma espécie de iluminação para aquele tempo. As casas na Palestina eram escuras, quase sem janelas. A candeia, portanto, era útil, necessária e quase que imprescindível para a vida familiar. Sabemos perfeitamente o efeito da luz. Dissipa as trevas, faz com as coisas obscuras e impossíveis de serem encontradas se tornem então visíveis. A luz faria com que cada parte da casa fosse buscada para encontrar a moeda que foi perdida. As nossas famílias precisam brilhar com o brilho de Cristo. Isto envolve ética, relacionamento, postura etc. Jesus declarou: Eu sou a luz do mundo... (João 8.12). Nós não temos luz própria, mas temos a luz de Jesus para que possamos resplandecer (Mateus 5.16). Famílias que brilham, que resplandecem hão de encontrar a dracma perdida. Os familiares e suas vidas sem Cristo não poderão permanecer sem serem achados.
3. VARRE A CASA (v.8)
O texto diz: “Varre a casa”. Não encontraria a moeda no meio de lixo. Possivelmente, conforme é feito em nossas casas, uma grande faxina foi feita.
Você já percebeu que mesmo havendo a limpeza diária, rotineira em nossa casa, quando chega o dia da faxina, sai muita coisa? Até parece que a casa não é varrida sempre. Na faxina encontramos muitas coisas perdidas. Mas a faxina exige esforço, mover os móveis, abaixar, levantar, enfim é dia de grande esforço.
Quem sabe está faltando mais esforço para encontrar o tesouro em nossa casa. Quem sabe está faltando mais empenho para ganharmos os perdidos em nossa família. Quem sabe está precisando fazer uma varredura espiritual em nossas vidas. Quem sabe está faltando varrer e tirar o ressentimento, hostilidade, mágoa e tantos outros sentimentos destrutivos em nossas vidas. Quem sabe é o momento de se promover a reconciliação e praticar o perdão. Isso exige esforço, interesse e trabalho.
4. BUSCA COM DILIGÊNCIA (v. 8)
Buscar com diligência nos dá a ideia de zelo, cuidado, esmero. É preciso que haja perseverança incansável. Ela só parou quando encontrou a moeda.
Há gente que diz: “pastor, não tem mais jeito para meu marido, meu filho...” Já fiz tudo. Será? E mesmo que tenha feito tudo é tempo de continuar fazendo esse tudo e algo mais. Não pare. Persevere. Coloque como foco buscar os perdidos em sua casa. Não desanime jamais. Não importa se isso vai levar uns anos ou décadas. O resultado final, que é a salvação, vale muito mais, incomparavelmente com qualquer investimento de tempo e paciência.
Uma alma vale quanto? Vale mais do que o mundo inteiro. Vale a pena investir toda a nossa vida para vermos esposos e esposas, filhos e netos salvos por Jesus. Não diga nunca “esse não tem jeito”. Às vezes caímos nesse erro e armadilha de Satanás. Não podemos dar margem para isso, é preciso cultivar a fé. Você crê na conversão de seu filho, de seu esposo, de alguém de sua casa, verdadeiramente? Se há dificuldade para crer, comece a orar e pedir: “Senhor! ajuda a minha incredulidade” (Marcos 9.24). Meu irmão, se você crer, verá a glória de Deus. Não esqueça jamais que para Deus nada é impossível.
Empenhe-se, lute e comece a travar uma batalha em busca dos perdidos. É realmente uma batalha. Saia da mesmice. Jogue por terra o conformismo e a ideia de que já fez tudo. Nunca fazemos tudo, não é verdade? Pode ter havido esforço, dedicação, empenho etc., mas sempre haverá algo mais para ser feito. Comece a rogar dia e noite. Comece a se empenhar mais ainda. Priorize isso em sua vida, meu irmão, minha irmã. Coloque isso como meta.
5. RESULTADO DA BUSCA (vv. 9,10)
“Achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: alegrai-vos comigo, porque já achei a minha dracmas perdida”. Todo esforço, empenho e boa aplicabilidade de recursos e métodos para encontrar a moeda foram recompensados. A maior expectativa, empenho e desejo de comemoração deve ocorrer ao encontrar os nossos perdidos. Nenhuma festa em nossa casa terá valor permanente e alegria real e genuína se não for a festa por encontrar os perdidos em nossa casa. Precisamos celebrar e nos alegrar quando isso acontece. A Bíblia diz que “há festa e alegria diante dos anjos de Deus, por um pecador que se arrepende” (v.10). Encontrar o perdido em casa traz resultados maravilhosos e especiais. Há celebração, alegria testemunho diante dos conhecidos. Há festa no céu. O salmista falando sobre o resultado da semeadura no Salmo 126.6 afirma: “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos”.
PARA PENSAR E AGIR
Ver, enxergar e reconhecer que há perdidos é fundamental no exercício da salvação deles. Veja os de sua casa que ainda não são crentes como perdidos. Isso irá incomodar você bastante.
Todo esforço precisa ser feito para alcançar os de nossa família para Jesus. Sugiro que você apresente os nomes de seus familiares para as reuniões de oração de sua igreja. Nada se alcança se não houver intercessão. Faça isso não de maneira formal, mas faça com o coração, com desejo ardente.
Faça de sua vida uma nova caminhada em busca de seus familiares perdidos. Não pare nunca.
Vamos buscar os perdidos! Façamos de nossas casas um céu!
LEITURAS DIÁRIAS
segunda... Lucas 15.8-10
terça... Mateus 5.16
quarta... Salmo 126.6
quinta... Salmo 127
sexta... Marcos 9.24
sábado... João 8.12
domingo... Josué 24.15
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Quem sou eu
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