sábado, 19 de setembro de 2009

Nota de falecimento do Pastor Fanini

Faleceu neste sábado às 6h46 (horário de Brasília), 4h46 (horário de Dallas), o pastor Nilson do Amaral Fanini, que foi diversas vezes presidente da Convenção Batista Brasileira (CBB) e que também esteve à frente da Aliança Batista Mundial (BWA, sigla em inglês).
Segundo informações do pastor David Schier, o pastor Fanini estava em viagem pelos Estados Unidos com sua esposa Helga para conhecer a sua mais nova netinha.
No entanto, durante a viagem de avião ele teve uma pneumonia e posteriormente um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que atingiu três partes de seu cérebro.
O pastor Fanini foi então internado no Hospital Metodista da cidade de Dallas (estado americano do Texas), porém os médicos chegaram à conclusão de que a situação era irreversível, o que os levou a desligarem os aparelhos, informou o pastor David Schier.
A família informou que o funeral será nos Estados Unidos.

Pequeno histórico

O pastor Fanini nasceu no dia 18 de março de 1932 na cidade de Curitiba (PR). Ainda jovem, aos 12 anos de idade, aceitou a Cristo como seu Senhor e Salvador após um apelo do pastor David Gomes durante uma série de conferências na capital do Paraná. Foi batizado no mesmo ano de 1944.
Na juventude, enquanto servia nas forças armadas, sentiu que Deus desejava dele um compromisso ministerial. O jovem Fanini decidiu então fazer o Seminário Menor no Instituto Teológico A.B. Deter, em Curitiba. Posteriormente, seguiu para o Seminário Teológico do Sul do Brasil (STBSB), onde completou o curso de bacharel em Teologia no ano de 1955, quando tinha 23 anos.
Ele foi consagrado ao ministério da Palavra em 24 de novembro de 1955 na Igreja Batista da Tijuca (RJ), que era então pastoreada pelo pastor Oswaldo Ronis. Um ano depois ele se casou com Helga Kepler Fanini, com quem teve três filhos, Otto Nilson, Roberto e Margareth. No mesmo ano seguiu para os EUA, onde fez mestrado em Teologia no Southwestern Baptist Theological Seminary, em Fort Worth (Texas).
Ao retornar dos EUA aceitou convite da Primeira Igreja Batista de Vitória (ES), onde atuou entre 1958 e 1964. Assumiu então a Primeira Igreja Batista de Niterói, na qual alcançou um ministério de 41 anos. Por fim, atuou na Igreja Batista Memorial de Niterói.
O pastor Fanini também fundou e apresentou o programa de TV “Reencontro”.

fonte Convenção Batista Brasileira , www.batistas.com

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Lembranças da EBF 2009



Agradecemos a Deus pela vitória em nossa EBF 2009. Frutos foram colhidos devemos agora cuidar dos nossos pequeninos. Alegria, alegria.
Obrigado pela sua participação sendo ela direta ou indiretamente. Valeu!

Festa da Primavera


Não percam esta grande festa.
será realizada no dia 19 de setembro de 2009.
local: igreja
horário: 15:00h
venha participe e traga convidados

oh quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. Sl 133.1

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Nova data para o apocalipse

2012: Nova data para o apocalipse


A maioria das gerações que já passou pelo nosso planeta conviveu com apocalipses. Datas fatais nunca faltaram e, por ignorância ou ingenuidade, parte destas gerações acabou por acreditar nas previsões e saiu vendendo bens, isolando-se das pessoas, modificando hábitos, enfim, vivendo a espera certa pelo fim.

Como podemos testemunhar, o mundo não acabou. E mesmo com as frustrações históricas resultantes das previsões erradas, novas datas continuam a surgir. A mais recente, atual, que está na moda, é 2012. O burburinho sobre esta data cresce dia a dia. Nos mais variados ambientes se fala sobre 2012, seja por brincadeira, por credulidade ou por mera especulação.

O "fundamento" para 2012 é justificado pelo antigo calendário dos maias. É neste ano, 2012, que se encerrará um dos ciclos dos maias, população indígena que ainda hoje vive nas regiões da América Central. No apogeu de sua civilização, eles acreditavam que o nosso planeta já tinha vivido várias eras, cada uma durando 5126 anos. Segundo o cálculo de alguns, a era em que vivemos teria se iniciado em 3114 a.C., terminando, portanto, no ano de 2012.

De carona com a profecia, a indústria que se alimenta do tema, não pára de faturar. "Fim do mundo" e "calendário maia" são temas centrais de seis livros vendidos atualmente em nosso país. Comunidades com média de 15.000 pessoas, no Orkut, separam espaço e tempo para o assunto. Filmes e programas exploram o tema. Por fim, religiosos das mais diferentes denominações demonstram algum tipo de inquietação com o tema.

A ligação entre calendário maia e Apocalipse surgiu em 1987, através da publicação do livro Fator Maia, de José Arguelles, onde ele faz interpretações das previsões dos escritos maias. Devido ao estrondoso sucesso do livro, Arguelles conseguiu reunir milhares de pessoas em encontros regulares, chamados de Convergência Harmônica, onde anunciava a chegada de uma nova era. Foi dele também a criação do horóscopo Maia, que diz poder aproximar o homem de sua essência. No Brasil, a versão pop do calendário maia criada por Arguelles foi traduzida como Calendário da Paz, virando assunto de cursos e palestras, pagas, que "asseguram" pleno acesso à quarta dimensão.

Como será o fim em 2012? Existem controvérsias entre os que acreditam. As opções mais difundidas são: o mundo será atacado por alienígenas, o enfraquecimento do campo magnético do planeta levará a extinção da vida, um corpo celeste colidirá com a terra. E por aí vai...

Dois amigos meus, apaixonados por futebol, não vacilaram. O primeiro disse: "Legal, dará tempo de assistir a Copa do Mundo de Futebol na África em 2010!". O segundo lamentou: "Mas infelizmente não teremos a Copa de 2014 no Brasil, que pena!"

Brincadeiras à parte e com todo respeito em relação àqueles que acreditam, prefiro acreditar nas escrituras do cristianismo, a Bíblia Sagrada. Sobre o fim ela diz: "...os céus e a terra que agora existem, pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo..." I Pedro 3.7. Sobre a data a Bíblia diz: "...daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente o Pai." Mateus 24.36. E finalmente, sobre qual deve ser a atitude de todo aquele que espera pela vinda de Cristo, a Palavra orienta da seguinte forma: "havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convêm ser em santo trato, e piedade, aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" II Pedro 3.11-13.

Nossa certeza é fruto da nossa esperança, Jesus voltará! Mas não sabemos a data. Na verdade, saber a data não ajudaria muito. Afinal, quem de nós pode garantir que estará vivo até 2012? Assim como Pedro advertiu seus contemporâneos, seu texto continua atual, nos convidando a viver uma vida piedosa, pois a ordem de coisas da atualidade terminará, findará.

Não se influencie pelos apocalipses modernos e extra-bíblicos. Escolha o apocalipse da Bíblia, seu autor é o Alfa e o Ômega, o Senhor da história, infinitamente poderoso para cumprir todas as suas promessas.

Assim como a maioria dos que estão lendo este texto, também sou curioso. Lá no íntimo também queria fazer para o Mestre a pergunta que os discípulos fizeram: quando serão estas coisas? Mas além de curioso, também amo as surpresas. Muitas vezes meus pais me surpreenderam, triplicando minha alegria por aquilo que eu aguardava. Assim vou vivendo. Entre a curiosidade e o dia da surpresa. É desta forma que, pela fé, sigo lutando diariamente contra defeitos e fraquezas, ilusões e seduções, errando e confiando no perdão, sabendo que "o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre" I João 2.17.

Encontro alento, sempre que me canso das pressões e massacres da mídia tentando moldar nossa forma de ser e pensar, num pensamento inspirador de Carlos Drumond de Andrade. Com palavras atuais, porém com o mesmo sentido do texto de I João 2.17 que você leu acima, ele com maturidade e sabedoria declara: "Cansei de ser moderno, agora serei eterno."

Fonte: Portal Guia-Me

Danni Carlos, de A Fazenda, surpreende-se com as Revelações da Bíblia



A Bíblia - um livro nem tão antigo assim - tem surpreendido a roqueira Danni Carlos, participante do reality show A Fazenda, da rede Record. Conversando com Carlinhos da Silva nesta madrugada de terça-feira, a caipira do rock confessou estar "chocada" após ter tido algumas revelações graças à leitura dos textos bíblicos.

"Cara, eu não sabia que a Bíblia era tão interessantes, porque umas guerras, umas sagas. Tem umas coisas assim, estratégias de 'se esconde no monte tal', 'vai e entra?. E você não consegue mais parar (de ler) de curiosidade. Muito legal", revelou surpresa a caipira do rock, para continuar: "Tem umas coisas incríveis. Não sabia que era tão dinâmico assim".

"É, né! Saindo daqui eu vou começar a ler", disse Mendigo, que explica querer uma versão para iniciantes. "Você nunca leu também? Ler por ler, né?", quis saber o comediante.

Danni Carlos contou não ser uma assídua leitora da Bíblia. "Eu lia, mas eu lia mais assim pra pedir um conselho. Tô lendo as histórias agora. Lia pra pedir uma orientação. Até hoje eu faço isso. Mas agora eu peço a orientação, leio. Mas depois eu tô lendo historicamente, as histórias", confessou a roqueira, demonstrando surpresa.

A cantora admirou-se ainda com a atualidade contida nas Escrituras Sagradas. "Tem coisa tão atuais e tem tanto tempo atrás. Nossa, há mais de dois mil anos. E tem questões e coisas políticas tão atuais. Nada muda, sabe? É impressionante. Cara, tô chocada!"

Fonte: Terra / TV Record
Postado por: Felipe Pinheiro

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Histórico da IBEC




No dia 19 de Outubro de 1997, um grupo de irmãos da PIB de Cabuçu e da PIB Nova Cidade de Nilópolis, reuniram-se para organizar a Congregação Batista em Vila Santo Antônio. Num culto vespertino, eles realizaram a primeira assembléia para eleição da diretoria, sendo o culto dirigido pelo Pr. Francisco Ricardo Leite e o preletor da ocasião o Pr. Carlos Vitor Moraes Cruz. O primeiro homem designado por Deus para conduzir esta nova congregação, chamada Missão Batista em Vila Sto. Antônio, foi o Seminarista Paulo César dos Santos, com o auxílio dos pastores já citados acima. Após a realização de sua primeira assembléia eles cantaram “Eu creio que tudo é possível” e leram o versículo de Provérbios 24:3. Também esteve na direção da Missão o Pr. Márcio Elóis dos Santos Machado, no ano de 2000 e no ano de 2001, o Seminarista Silvio César Cândido Torres, onde foi consagrado a Pastor e tomou posse no mesmo dia da inauguração da nova igreja, que foi no dia 07 de julho de 2002, com a totalidade de 14 membros. Foi decidido por unanimidade que o nome da novel igreja passaria a ser Igreja Batista Ebenézer em Vila Sto. Antônio. Estavam presentes aproximadamente 30 pessoas e na ocasião o Coral feminino Diaconisa Luíza Vieira Dias dos Santos louvou belos hinos em adoração ao nosso Deus. Muitos servos do Senhor passaram por aqui e deixaram suas contribuições no início desta obra: Amauri Moura de Sant’ana, os saudosos irmãos Lúcia Gomes dos Santos e Dc Fantim... Agradecemos a Deus pelos irmãos queridos que fizeram da obra do Senhor algo primordial em suas vidas e aqueles que foram recolhidos às mansões celestiais, registramos nosso respeito às suas ações e memórias.

Durante estes sete anos, como já relatamos, alguns homens de Deus dirigiram esta igreja e atualmente temos o Pr. Rangel, que está conosco desde dezembro de 2008. Nossa igreja tem crescido em número e em espiritualidade... Que possamos continuar atuando na seara do Mestre Jesus, levando a preciosa semente. Rogamos aos céus que suas forças sejam renovadas e que recebam em profusões as bênçãos Espirituais. Continuemos a história desta amada igreja, até que o nosso Cristo nos chame. Toda a glória seja dada a Ele!!!

Pastor Amarildo de Oliveira Rangel

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Lição 07 - Decisão errada

Texto Bíblico: Números 13.1 a 14.45

Decisão errada

Josué e Calebe são exemplo de homens realmente preparados para as ocasiões em que se exige mente aberta, coração forte e um verdadeiro espírito de decisão. Provaram estar em sintonia fina com a vontade de Deus, que tem para seus escolhidos um plano de vitórias e conquistas.

1. Príncipes em Canaã (13.1-24)

O nome príncipe aqui não traduz uma designação de nobreza. Israel ainda não é uma monarquia. Trata-se de líderes das tribos, “cabeças dos filhos de Israel”. Embora se afirme que o fracasso de sua missão se deve ao fato de não terem sido escolhidos por Deus e sim por Moisés, o texto de Números (13.1-3) deixa claro que o Senhor mesmo determinou que Moisés escolhesse os príncipes de cada tribo. Não é porque alguém foi escolhido por Deus para cumprir certa missão que essa pessoa a cumprirá. Judas Iscariotes não foi escolhido por Jesus Cristo para traí-lo e sim para ser um apóstolo fiel e frutífero na obra do Reino.

O maior problema de uma liderança que fracassa é que ela arrasta os liderados na queda. Um pastor que entrava o trabalho da igreja por seus métodos individualistas e restritivos impede a realização do ministério pessoal de cada membro. O problema de um líder de visão tacanha e alma pequena é que ele tende a conformar à sua imagem e semelhança os que o seguem. Por tudo isso, o próprio Deus precisa intervir para recolocar as coisas em seu devido lugar.

2. Gigantes e gafanhotos (13.25-33)

Os enviados seguiram do deserto de Parã em direção ao norte. Seguindo as instruções de Moisés, fizeram um rastreamento da terra, buscando saber se era fértil ou estéril, quais os acidentes geográficos de importância estratégica, quais as cidades fortificadas e como eram as populações que nela habitavam. O objetivo era, em termos militares, fazer o reconhecimento do terreno, com vistas a um ataque preciso e devastador. A maneira como esse comando avançado trabalhou não é detalhada, mas supõe-se que tenham tomado as devidas precauções no sentido de não serem descobertos.

Sãos e salvos, eles retornam a Cades-Barneia, onde está instalado o arraial israelita. E dão um relatório ambíguo. A terra é boa, mana leite e mel, ou seja, o rebanho é grande e as pastagens adequadas. A lavoura é excelente, fato inclusive provado pelo enorme cacho de uvas que trazem da região de Escol. O povo cananita, contudo, disseram eles, era formado por gigantes – “e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos” (v. 33). E dão parecer contrário à invasão.

O que faltou acrescentar a esse relatório é que não poucas vezes na história os gafanhotos têm devastado regiões inteiras, literalmente falando. E que por incontáveis vezes gafanhotos humanos têm destruído gigantes que de tão grandes nem parecem humanos. E, mais ainda, que quando Deus está em um assunto, gigantes viram gafanhotos e gafanhotos viram gigantes.

3. Vestes rasgadas (14.1-12)

O debate que se seguiu ao relatório dos doze é de uma dramaticidade extrema. A discussão é desigual. Dez dos enviados afirmam de modo categórico que é loucura tentar invadir Canaã. Segundo eles, a derrota é certa. Com o peso da maioria e com o prestígio de líderes respeitados, conseguem a adesão do povo. A velha tentação de voltar para o Egito retorna à cena. Para fazer isso, nada melhor do que se livrar de Moisés e seus apoiadores, por meio de um bem executado apedrejamento.

Josué, título hebraico que significa “Deus é Salvação” e cujo nome original é Oseias, junta-se a Calebe (nome cujo significado é, curiosamente, “Cão”, de “cachorro” mesmo), travam um combate inglório contra os pessimistas. Rasgam suas vestes, argumentam que Deus é com Israel, dizem que a terra é muito boa e que os israelitas podem vencer os cananitas mediante a intervenção do braço do Senhor. Nada disso adianta. E o Senhor acaba tendo que intervir diretamente.

4. A intervenção de Moisés (14.13-19)

Da estirpe de Moisés, Deus afirma que pode fazer um outro Israel, que lhe seja obediente e fiel, destruindo antes os israelitas que em várias ocasiões se mostraram para com ele ingratos e rebeldes. Para tanto, o Senhor poderia agir por meio de uma “pestilência” (v.12), de alguma calamidade natural ou deixar Israel à mercê dos exércitos inimigos. Moisés, como o grande sacerdote que era, intervém com um espírito de grande compaixão e com um argumento de refinada lógica.

Se o Senhor destruir Israel, afirma Moisés, estará exibindo sua própria impotência em cumprir seus planos e promessas feitos quando da libertação do Egito. Estará se mostrando para com as nações do mundo, especialmente egípcios e cananitas, como um Deus impotente, incapaz de levar a termo suas iniciativas para com o povo a quem escolheu como nação sacerdotal. Atendendo à oração do homem de Deus, o Senhor adota outro procedimento. Ele preservará Israel, mas reterá por 40 longos anos a bênção da entrada na Terra Prometida. E a geração presente não receberá diretamente esse prêmio, e sim seus descendentes.

5. Portas fechadas (14.20-38)

Tenho um critério pessoal no que se refere a portas. Se estão fechadas, bato antes de entrar. Se estão trancadas, é possível que eu tente arrombá-las se a situação assim o exigir (num incêndio, por exemplo) e se minhas forças forem suficientes. Quando, no entanto, é Deus quem fecha não dá para abrir. E quando é ele quem abre, não dá para fechar.

As portas de Canaã estavam abertas por Deus para a entrada dos israelitas, mas eles não entraram. Era o tempo de Deus para eles, mas eles não o aproveitaram. Quando tentaram fazer isso, era tarde demais.

6. Fora de tempo (14.39-45)

Os dez líderes que se opuseram aos planos de Deus para a conquista imediata de Canaã pagaram com a vida sua rebelião (14.36-37). Não foram os únicos, contudo. Convencido por Moisés de seu pecado, o restante do povo, numa tardia tentativa de consertar as coisas, tentou tomar as regiões elevadas onde estavam as guarnições dos cananeus e amalequitas. Foram derrotados de maneira estrondosa.

Não adianta insistir quando Deus fecha as portas. Não adianta deixar de entrar quando ele abre as portas. O que cabe ao cristão é saber que, quando Deus está presente, portas aparentemente fechadas estão escancaradas. E que, quando ele está ausente, portas aparentemente abertas estão abertas de fato – mas para os caminhos da destruição e da morte.

Portanto...

Em sua peregrinação no deserto, essa foi a maior derrota sofrida pelos israelitas – e por culpa deles próprios. Faltou-lhes a fé que opera pela humilde, coragem dos que confiam que o Senhor vai à frente de suas tropas na guerra contra inimigos muito mais poderosos. E se o Senhor dos Exércitos está com seu povo, nada nem ninguém consegue resistir a esse povo. Josué e Calebe percebem isso, creem nisso e agem com base nessa compreensão. Perdem no voto, mas ganham na promessa de que terão a vida preservada e herdarão a terra.

Para pensar e agir

Por que somente Josué e Calebe acreditaram na vitória?

O que você faz quando é minoria? Continua convicto defendendo seu ponto de vista ou cede para “ficar bem” com a maioria?

Diante de desafios maiores, você reage como o povo de Israel ou como Josué e Calebe?

Números 13. 1-16

Números 13. 17-25

Números 14. 1-10

Números 14. 11-20

Números 14. 21-31

Números 14. 32-45

Salmos 131.1-3

Quem sou eu

Minha foto
Igreja Batista Ebenézer. Uma igreja que AMA você!